O Botafogo demite Renato Paiva antes de jogo decisivo pela Copa do Brasil. [fonte: NSC Total] A saída ocorre após o Mundial [fonte: Lance] , deixando o time carioca sem seu comando tático em momento crítico.
Ninguém na organização esperava a demissão. [fonte: Lance] Quem esteve próximo ao clube relata surpresa com a decisão, que ocorre a poucas horas de uma partida que pode definir a trajetória do Botafogo na competição.
O risco do improviso
A Copa do Brasil é a janela de ouro para o time carioca conquistar um título em 2026. Perder o técnico antes de um mata-mata tira clareza tática do elenco e força improviso em momento que não admite erro.
O Botafogo entra em campo sem saber quem comanda — seja pela ascensão de um auxiliar ou por contratação emergencial. Decisões táticas se tomam em frações de segundo; incerteza de comando pesa demais no mata-mata.
Bastidores da crise
[fonte: Lance] Fontes da organização apontam que a decisão veio de expectativas conflitantes — entre resultados esperados, questões internas e pressão da diretoria. Poucos antecipavam a demissão tão próximo de um duelo decisivo.
Renato Paiva chegou ao Botafogo com credenciais internacionais, mas sua passagem termina sem a despedida que o trabalho até então sugeria.
O que esperar
O Botafogo procura um substituto em prazo curtíssimo ou improvisa uma solução interna. A pressão é máxima: entra em campo sem clareza sobre seu comando tático, exatamente o oposto do que um mata-mata exige.
A próxima semana mostrará se a decisão de afastar Renato Paiva dias antes do compromisso mais importante foi acertada ou precipitada.